Na sessão desta sexta-feira (27), a vereadora Cris Rocha reforçou o compromisso do seu mandato com a transparência e a prestação de contas, destacando ações voltadas para o bairro Lagoa das Flores, especialmente a luta pela construção de uma Unidade Básica de Saúde - UBS, na localidade.
A parlamentar explicou que, apesar de já existir recurso garantido junto ao Governo do Estado, por meio do programa PRÓ-SUS, a implantação da unidade enfrenta um entrave importante: a falta de um terreno público adequado na região. “Sabemos que a Lagoa das Flores enfrenta uma dificuldade histórica de regularização fundiária, e hoje não dispomos de um terreno público, em local estratégico, que permita a construção da unidade de saúde”, afirmou.
Mesmo diante do desafio, Cris garantiu que seguirá empenhada na busca por uma solução, mantendo diálogo com a Prefeitura Municipal e destacando a importância da sensibilidade da prefeita Sheila Lemos para que o recurso não seja perdido. “Nosso compromisso é garantir que a Lagoa das Flores não perca esse importante equipamento de saúde”, reforçou.
A vereadora também destacou articulações junto ao Governo do Estado, especialmente com a secretária de Saúde Roberta Santana, além do apoio do deputado Fabrício Falcão, que tem contribuído na busca por alternativas viáveis.
Entre as possibilidades em estudo, está a realização de uma parceria público-privada, por meio de permuta, que viabilize a aquisição de um terreno adequado para a construção da unidade.
Cris enfatizou que a Lagoa das Flores é um bairro em crescimento, formado por trabalhadores que merecem acesso digno à saúde básica. “A população da Lagoa das Flores merece uma unidade de saúde estruturada, com atendimento eficaz. Não vamos desistir dessa conquista”.
Durante sua fala, a vereadora também manifestou preocupação com a situação da Escola Pinto Paca, reforçando a necessidade de uma comunicação clara e antecipada com a comunidade sobre quaisquer mudanças, especialmente diante da grande procura pelo modelo conhecido como “colégio militarizado”. “Esperamos que haja transparência e diálogo, para que a população compreenda os motivos e não seja pega de surpresa”, pontuou.
Por Camila Brito